As novas competências do mercado de trabalho

Publicado em
⏱ Tempo de leitura: 3 min
Artigos
Fonte:
A ideia de um único emprego ou profissão para toda a vida, tal como acontecia há não muito tempo atrás, já não faz mais sentido nos tempos atuais. A ideia de carreira linear e progressiva numa determinada profissão tem que ser abandonada pelos nossos jovens e compreendida pelos seus pais / família. A estabilidade do emprego, típica de uma sociedade industrial, deixa cada vez mais de ter lugar no sentido estrito da palavra. Então, o que fazer para lidar com todos estes problemas do nosso contexto social? Que competências são exigidas pelos empregadores atualmente? Primeiramente, devemos estar cientes dessas situações e por outro lado, procurar construir não só um projeto de vida, mas preparar-nos para uma redefinição constante e, além disso, procurar ampliar, sempre que possível, o nosso leque de competências pessoais, sociais e profissionais. A sociedade não é a mesma de antigamente e hoje, no limiar da sociedade da informação, a segurança é formada por competências múltiplas, isto é, o emprego não está à espera de ninguém, a oportunidade constrói-se numa abordagem contingencial do mercado. Portanto, devemos investir numa formação que se adeque às exigências dos possíveis empregadores, com uma estreita colaboração na definição de perfis profissionais atuais e futuros. E quais serão as exigências atuais do mercado de trabalho? Nos tempos atuais, a maioria das empresas valoriza um conjunto de competências que vão além das competências técnicas. A área de Recursos Humanos ( RH ), por meio da Gestão por Competências, têm conseguido mapear as competências que realmente geram valor para a organização. As competências com maior destaque são as de nível pessoal e social. São valorizados, por exemplo:
  • Pensamento flexível;
  • Atividades profissionais ou lúdicas/ tempos livres que agucem a criatividade;
  • A alteração de funções como uma oportunidade, ao invés de uma ameaça;
  • O desenvolvimento das diferentes áreas da inteligência (emocional, cognitiva, …);
  • As oportunidades de formação que correspondam aos interesses e projetos vocacionais;
  • A preparação para a transição de atividade profissional;
  • O desenvolvimento da autonomia, capacidade de iniciativa, facilidade relacional e comunicativa, capacidade de resolução de problemas, capacidade de trabalho em equipe, criatividade.
Finalmente, cada vez mais caminha-se para a polivalência dos trabalhadores e a necessária humildade na aprendizagem de novas competências, exigências atuais que permitem aos indivíduos que as possuem ter maior índice de sucesso no mercado de trabalho.

Postado por: Ricardo Mendes www.gestaoporcompetencias.com.br 

📚
Aprofundamento Metodológico

Deseja aprofundar este conceito com as ferramentas práticas do autor?

Este tema é detalhado no compêndio oficial de Ricardo e conta com instrumentos de aplicação direta — incluindo a Super Planilha Excel com 6 Abas, o Banco de 150 Perguntas STAR e o Checklist Executivo em 6 Fases.

Acessar o Livro e o Ferramental na Biblioteca →
RM

Ricardo Mendes

Fundador & Consultor de L&D

Especialista em Gestão de Pessoas, Liderança e Arquitetura Organizacional de Competências. Autor do livro Gestão por Competências e pioneiro na disseminação do modelo em empresas e órgãos públicos no Brasil.